O sertão nordestino vem sofrendo com a escassez de água, mesmo
sendo parte integrante da região do Polígono das Secas, a destruição da nossa
flora, e os crescentes desmandos acerca da questão ambiental, tem gerado os desequilíbrios
ambientais, e as consequências à maioria das vezes, não é benéfica aos humanos,
nem a própria vegetação.
Os tanques de barro encontram-se sem água, e para a salvação
das criações o povo sertanejo tem que recorre aos donos de poços.
Há um bom tempo os trabalhadores do campo não consegue fazer suas
colheitas com qualidade, às vezes nem colher consegue, as chuvas são escassas e
mal distribuídas, na região nordeste do estado da Bahia tinha um período mais
intenso de chuva que ia de novembro a janeiro, só que infelizmente não tem sido
mais assim, e a quantidade de chuvas não são suficientes para repor as águas
dos tanques, reservatórios e cisternas.
A vegetação também sofre as consequências, o clima semiárido e
a vegetação de caatinga que na língua indígena dos Tupi significa “mata branca”,
encontra-se um bioma em que existem espécies 100% brasileira, com plantas xerófitas,
adaptadas a secas, plantas de raízes profundas, algumas outras quase sem
folhas, e também muita com incidências de cactáceas.
Além das várias espécies de plantas nativas dessa região, a
uma fauna com animais exuberantes, que está ameaçada pela presença de caçadores.
O mundo pede socorro, ainda há solução.
Educação Ambiental pratique-a.
Educação Ambiental pratique-a.

